No dia 19 de Junho, a Universidade Eduardo Mondlane realizou o seu Dia Aberto anual, uma iniciativa dedicada à apresentação da oferta académica e das atividades institucionais à comunidade estudantil e ao público em geral. O Instituto Confúcio da Universidade Eduardo Mondlane participou ativamente no evento, com a presença dos seus professores e representantes estudantis, organizando diversos espaços de interação cultural e educativa que atraíram numerosos estudantes, encarregados de educação e visitantes.
Durante a atividade, o Instituto Confúcio apresentou vários stands temáticos, incluindo desafios de língua chinesa, caligrafia, pintura de máscaras da Ópera de Pequim, experiências de pintura em leques, sacos de lona e marcadores de livro, bem como demonstrações de vestuário tradicional, artes marciais e dança chinesa. Os visitantes puderam aprender expressões simples em chinês, receber nomes chineses personalizados e conhecer, de forma prática e participativa, diferentes elementos da cultura tradicional chinesa.

O Instituto Confúcio disponibilizou ainda um espaço de consulta sobre os cursos de língua chinesa, projetos de experiência cultural e oportunidades de bolsas de estudo, tendo distribuído materiais informativos e registado o interesse de potenciais estudantes. A atividade contou também com a participação da China National Petroleum Corporation em Moçambique, que apresentou materiais institucionais e conteúdos de divulgação sobre intercâmbio intercultural, conhecimentos do setor de petróleo e gás, cooperação energética entre a China e Moçambique, bem como perspetivas de formação de talentos e desenvolvimento profissional.

Durante o evento, o Reitor da Universidade Eduardo Mondlane, Professor Manuel Guilherme Júnior, e o Vice-Reitor, Professor Mohsin Mahomed Sidat, visitaram o espaço do Instituto Confúcio e participaram nas experiências culturais apresentadas. Os dirigentes universitários elogiaram a diversidade das atividades e reconheceram o contributo contínuo do Instituto Confúcio para o ensino da língua chinesa e para o fortalecimento do intercâmbio cultural entre Moçambique e a China. Esta participação no Dia Aberto permitiu aproximar mais jovens moçambicanos da língua e cultura chinesas, reforçando o papel do Instituto Confúcio como ponte de cooperação educativa e cultural entre os dois países.
A final da 25.ª edição do concurso "Ponte Chinesa" em Moçambique foi realizada no dia 27 de Maio, em Maputo, coroando a estudante Delfina Nomsa Macuácua como campeã, que seguirá para a fase global na China.
No dia 6 de abril, à tarde, a palestra sobre Medicina Tradicional Chinesa (MTC) e a atividade de consultas gratuitas e aconselhamento de saúde, organizadas conjuntamente pelo Instituto Confúcio da Universidade Mondlane (UEM) e pela 26.ª Equipa Médica Chinesa em Moçambique (proveniente de Sichuan), tiveram lugar com sucesso no auditório do piso térreo do Instituto Confúcio da UEM. Cerca de uma centena de estudantes e docentes de várias faculdades da UEM participaram no evento.
Na manhã do dia 18 de Junho, o Instituto Confúcio da Universidade Eduardo Mondlane realizou, com sucesso, a atividade cultural do Festival do Barco-Dragão 2026, sob o tema “Celebrar o Duanwu, partilhar a amizade entre a China e Moçambique”. O evento contou com a presença da Embaixadora da China em Moçambique, Zheng Xuan, do Presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Moçambique-China, Sérgio Pantie, do Diretor para Ásia e Oceânia do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, José Matsinha, do Vice-Reitor da Universidade Eduardo Mondlane, Mohsin Mahomed Sidat, bem como de professores, estudantes e convidados, reunindo mais de duzentos participantes.

Durante a cerimónia de abertura, a Embaixadora Zheng Xuan destacou que o Festival do Barco-Dragão foi a primeira festividade tradicional chinesa inscrita na lista do Património Cultural Imaterial da UNESCO. No contexto do Ano de Intercâmbio Cultural entre a China e África e do Dia Internacional do Diálogo entre Civilizações, a Embaixadora sublinhou a importância de promover o diálogo cultural e aprofundar o conhecimento mútuo entre os povos chinês e moçambicano. Por sua vez, o Vice-Reitor Mohsin Mahomed Sidat agradeceu o apoio contínuo da Embaixada da China ao desenvolvimento do Instituto Confúcio da UEM e reafirmou o compromisso da universidade em apoiar o ensino da língua chinesa e os intercâmbios culturais entre Moçambique e a China.

Após a cerimónia, professores e estudantes do Instituto Confúcio apresentaram uma dança de inspiração clássica chinesa, que recebeu calorosos aplausos do público. Em seguida, os participantes tiveram a oportunidade de vivenciar diversas tradições associadas ao Festival do Barco-Dragão, incluindo a confeção de zongzi, a pintura de leques com técnica de marmorização, a produção de sachês aromáticos, o jogo tradicional touhu, bem como a criação de pulseiras coloridas e objetos artesanais. O Instituto Confúcio preparou ainda iguarias típicas chinesas, como zongzi, rolinhos primavera e noodles salteados, permitindo aos participantes experimentar também os sabores da cultura chinesa.

A atividade proporcionou uma experiência cultural rica e envolvente, apresentando de forma viva o encanto das festividades tradicionais chinesas e reforçando os laços de amizade entre os povos da China e de Moçambique. O Instituto Confúcio da Universidade Eduardo Mondlane continuará a promover atividades culturais diversificadas, contribuindo para o aprofundamento do intercâmbio humanístico e da compreensão mútua entre os dois países.
No dia 10 de Abril, hora local, a fase preliminar da 25ª edição do Concurso Mundial de Proficiência em Língua Chinesa para Estudantes Universitários "Ponte Chinesa" (zona de Maputo), que coincidiu com a 11ª eliminatória interna do Instituto Confúcio na Universidade Eduardo Mondlane (UEM), culminou com sucesso no auditório do rés-do-chão da sede do Instituto.
Na tarde de 31 de Março, hora local, o auditório do rés-do-chão do Instituto Confúcio da UEM acolheu a cerimónia de lançamento deste concurso, organizado pela Embaixada da China em Moçambique e realizado pelo Instituto Confúcio da UEM.